domingo, 1 de junho de 2014

Iniciando o Casal Osasco no Ménage.

Iniciei contato com o Casal Osasco através de um site de contos. Vi um comentário em que eles queriam conhecer o mundo liberal através do Ménage e estavam à procura de alguém.

Enviei uma mensagem, o Sr. Osasco respondeu e acabei descobrindo que eles queriam ter uma experiência, porém estavam tendo dificuldade de encontrar alguém com o perfil que eles estavam procurando, ou seja, alguém que lhes passasse confiança e que fosse experiente, etc.

Eles eram, na época, um casal na faixa dos 40, ela 42, ele 47, sem filhos, cúmplices, com ótimo relacionamento, companheiros e com uma fantasia, o Sr. Osasco queria chupar o grelinho dela enquanto ela era penetrada por outro, ela queria encher o maridão de tesão enquanto sentia a língua dele no seu grelo e a vara de outro toda enterrada na sua bucetinha. Ele, como um exemplar companheiro, queria estar literalmente ao lado da esposa em todos os momentos, passando confiança, sendo solidário, enfim queria ter certeza de que em todos os momentos ela estaria sendo bem tratada, bem comida e curtindo a experiência.

Conversamos, nós dois, eu e ele, por algum tempo por MSN, depois eu fui apresentado à Sra. Osasco e conversamos oportunamente também virtualmente. O Sr. Osasco, entre linhas, deixou subentendido que ele queria experimentar algo mais, ou seja, ter um contato mais próximo com a vara que fosse foder a esposa dele, em outras palavras, poder pegar, quem sabe até passar a língua e chupar.

Algum tempo depois, o Sr. Osasco planejou nosso encontro para um fim de semana, por conta das atividades profissionais deles. Marcamos para nos encontrar em um barzinho perto da casa deles, por volta de 20:30 horas de um sábado, me atrasei um pouco, pois não conhecia bem a região. Tivemos um papo agradável no barzinho acompanhado de algumas bebidas para relaxar, descontrair, quebrar o gelo. A Sra. Osasco usava um vestido preto até próximo dos joelhos, tinha um decote generoso, era simpática, sorridente e ali mesmo eu já fique de pau duro, comecei a imaginar como seria uma delícia possuí-la por completo.

Depois de um breve bate-papo eles decidiram que era hora de começar a festa e me convidaram para ir até a casa deles, ali bem próximo. Caminhamos alguns minutos, era uma casa bem simpática e aconchegante. Ficamos na sala, continuamos nosso papo, descontraindo, tomando mais alguma coisa. Deixei eles bem à vontade e se sentindo confiantes para a nova experiência que tanto aguardavam. Tudo foi muito natural, estávamos sentados, eu em uma poltrona, eles em um sofá, ouvindo música, o Sr. Osasco a convidou para dançar, daí passou a beijá-la, acariciá-la na bunda, coxas, etc. e em seguida me convidou para participar da festa.

Para acompanhá-los na dança, por traz, eu abracei a Sra. Osasco e já com meu pau duro comecei a roçá-lo em sua bunda. Ela gostou, não perdeu tempo e com uma das mãos pegou com força e o acariciou como podia. O Sr. Osasco começou a se despir e a despí-la e eu fui no ritmo deles, tirei minha camisa e minha calça para dar mais liberdade ao me pau e para ela experimentar a nova vara que a desejava e a roçava. Ele beijava ela, ela me beijava, segurava meu pau com força e tentava punhetá-lo. Fomos tirando todas as peças até que todos estavam sem nada. Eu passava uma mão pela bucetinha dela, com a outra acariciava os seus seios e roçava minha rola em sua bunda, ela se jogava para trás para sentir meu pau em sua bunda e virava o pescoço para me beijar. Ele chupava os seios dela, a beijava, a acariciava com volúpia. Em dado momento ficou só eu e ela se pegando, nos beijávamos, eu mamava aqueles seios deliciosos, enfiava meu dedo em sua bucetinha que, a cada momento, estava cada vez mais encharcada. Ela me devorava como podia, com seus beijos, mamando, passando sua língua pelo meu corpo, era uma delícia.

Em instantes ela se ajoelhou, nós, eu e ele, ficamos de frente para ela e ela começou a mamar os dois paus, em um momento o meu em outro o dele. O Sr. Osasco, sem cerimônia, pegou na minha vara punhetou de leve e a direcionou para a boca dela.  Meu pau estava muito duro de tesão, eu adoro uma mamada, ela sem se fazer de rogada, se divertia como se tivera fantasiado aquilo por muito tempo. Mamava eu, mamava ele, alternava, até que ela se concentrou na minha vara e a enfiou bem fundo em sua boca, sugando como se não houvesse outra ali, era simplesmente sensacional.

Depois de assistir a mamada em mim, o Sr. Osasco não perdeu tempo a deitou de costas no sofá e começou a chupá-la, ele queria o quanto antes ver minha vara sendo enterrada bem fundo dento dela. A bucetinha dela já estava completamente encharcada de tesão e o Sr. Osasco já queria começar a festa de verdade, ou seja, admirar minha vara em ação. 

Fiz questão de deixá-los bem à vontade, sem forçar nada. Ele a chupou mais um pouco, depois me chamou para perto, quando eu fui me aproximando ofereci minha vara para ela chupar. Ela pegou meu pau com vontade e força, enfiou na boca e foi engolindo com muito prazer, passava a língua, chupava, beijava, lambia enfim fazia de tudo o que podia e que queria. Fui para cima dela e começamos uma espanhola, seus seios eram generosos, ela não perdeu tempo em colocar o meu pau entre eles e se posicionar para engolir a cabeça dele e na sequencia ele todo, eu quase gozei. Ele logo deixou de chupá-la e veio apreciar a espanhola que fazíamos com muito tesão.

Paramos com a espanhola antes que eu gozasse, o tesão já era enorme, ele queria ver minha vara invadindo a bucetinha dela, então para minha surpresa pegou meu pau com a mão, foi direcionando para aquela gruta e fez questão de olhar bem de pertinho enquanto eu a penetrava, devagar, para que ela sentisse por completo cada centímetro da minha vara a invadindo. Ela parecia maravilhada em sentir cada centímetro da minha vara buceta adentro. Depois de tantos anos de casada, sentir o tesão e uma outra vara a invadindo, parecia algo indescritível, em prazer, em cumplicidade, pela grossura, pelo tamanho, por sentir ela pulsando dentro de sua buceta, por sentir o peso do corpo de outro homem por cima dela, uma fantasia dos dois, sendo realizada e o seu parceiro ali, como cúmplice e também sentindo muito tesão. Os olhos dela eram de espanto, prazer e de tesão – depois ele me contou que ela, naquele momento ficou alucinada, pelo tamanho, grossura do meu pau e pelo tesão de senti-lo indo cada vez mais fundo em sua bucetinha.

Fiz questão de fodê-la até que ela se sentisse saciada. Fodia e sussurrava no ouvido dela para que mexesse gostoso, para que olhasse para ele bem fundo nos olhos com olhar de prazer, que o provocasse com a boca, fazendo bicos e passasse a língua pelos lábios e pedia para ela gemer gostoso. Queria que ela demonstrasse para ele o quanto ela poderia e queria se divertir em outra vara e ver o quanto ele estaria feliz por isso. Mexia o meu quadril socando de forma alternada, ora bem devagar para que ela sentisse cada pedacinho do mau pau entrando e saindo, ora com mais força para ela sentir a força daquela vara entrando buceta adentro e a abrindo como nunca antes. Depois de muito se punhetar e apreciar nossa foda ele veio com seu pau para ela mamar. Ficamos fodendo assim por algum tempo até quase gozarmos.

Descansamos um pouco e trocamos de posição. Desta vez o Sr. Osasco já pegava no meu pau sem pudor algum e até o chupou antes de colocar na entrada da bucetinha dela. Fodemos, eu e ela, de ladinho no sofá, eu enfiava o mais fundo que podia, socava para que ela pudesse sentir meu pau por completo a invadindo enquanto, ao mesmo tempo, eu sentia sua bucetinha sedenta pela minha vara. Fomos mudando para a posição de franguinho assado e fodendo de forma cada vez mais intensa e já sintonizando com o ritmo um do outro. Ele, sempre solicito, estava ali, ora com sua vara, oferendo para ela chupar, ora chupando o grelinho dela e a deixando louca de tesão, sempre que podia passava a língua na minha vara toda melada com o suco da sua amada ou dava rápidas mamadas antes que ela voltasse a ser enterrada nela bem fundo.

Mais uma pausa e mais uma retomada, desta vez de quatro. Ela se posicionou, eles começaram a brincar, ele chupava ela e ela ficava cada vez mais ensopada de tanto tesão. Logo em seguida ele me convidou, chupei aquela buceta deliciosa de quatro, sentia ela toda inchada de tesão e louca por uma vara entrando e saindo. Fui me posicionando para socar minha vara o mais fundo que podia, ele, mais uma vez, sem cerimônia, pegou o meu pau, deu uma mamada intensa e depois de tê-lo sentido, quente, duro, grosso e grande em sua boca, o posicionou na entrada da bucetinha dela, onde eu, mais uma vez, fui penetrando lentamente para que ela sentisse por completo, até as bolas, minha vara invadindo sua bucetinha que já estava toda encharcada e sedenta. Eu socava e ela gemia, eu socava e ela rebolava, eu socava e ela empurrava seu rabo para sentir meu pau todinho enterrado dentro daquela buceta deliciosa.

Fodi ela gostoso, cada vez que eu socava, sentia meu pau latejando de tanto tesão, era um enorme tesão poder dar prazer à aquela mulher. Ela se entregava, olhava para o seu amado sem culpa, fodia para o seu próprio prazer, sem vergonha, sem culpa, sem medo. Ele se aproximava dela, sempre solidário, companheiro, cúmplice e vez por outra oferecia a sua vara para ela mamar ou a beijava com paixão. Cada vez que ele olhava eu metendo cheio de tesão ele deixava transparecer uma cara de sonho realizado e imenso prazer em ver sua esposa se deliciando e outra vara. Eu estimulava ela a fazer cara se safada, foder com vontade, olhar nos olhos dele e deixá-lo cheio de tesão, ele tocava uma leve punheta e estava sempre conversando com ela querendo saber se ela estava gostando, se estava sentindo tesão, se estava gostando da minha vara, se queria mais, etc. O tesão era muito e eu já me segurava para não gozar. Ela se soltava cada vez mais, gemia e se entregava como podia até que veio um gozo, dela.

Descansamos mais uma vez, tomamos alguma coisa, ficamos os três ali sentados no sofá, ela de um lado, ele no meio e eu na outra ponta. Era tanto tesão de estar ali com eles de forma descontraída que minha vara permanecia dura. Em dado momento ele não resistiu, pegou meu pau e começou a tocar uma punheta. Relaxei e deixei ele sentir minha vara como queria, pensei que ele iria cair de boca e mamá-la, mas ele só queria senti-la em suas mãos, ou talvez não quis mamá-la ali na frente da esposa que apenas o olhava e se enchia de tesão com suas carícias. Ele punhetava minha vara de cima em baixo, apertava para sentir o quanto ela estava dura e para sentir sua grossura, acariciava sua esposa em sua bucetinha e ora olhava para um, ora para outro, para ver como estávamos cheios de tesão. O tesão foi aumentando e nos preparamos para mais um foda, eu e ela.

Atrás do sofá, estrategicamente, havia um colchão o Sr. Osasco o pegou, colocou no meio da sala e desta vez a sugestão era uma DP. Ele ficou atiçando ela, se deitou no colchão, ela montou nele, e eu estava encarregado de preenchê-la no cuzinho. Eu tentava enfiar a cabeça do meu pau, mas sentia que não seria fácil, ela não estava relaxada o suficiente, resolvi não forçar, por que sabia que com a grossura e o tamanho não seria confortável para ela e talvez a machucasse. Tentamos várias vezes, porém acabou que desistimos, infelizmente, - pois eu sou fascinado por um cuzinho, queria muito ter entrado com minha vara naquele cuzinho, naquele momento, - só a ideia de penetrar um me deixa de pau duro, imagina ter uma ali na frente a não conseguir foder.

Ela já estava cansada e queria dormir, me ofereceram para ficar, eu aceitei, pois já era de madrugada. O Sr. Osasco estava com muito tesão e cogitou a ideia de eu dormir na cama com eles, mas a Sra. Osasco vetou, disse que como já haviam combinado, não!

Na manhã seguinte, acordamos, cada um tomou o seu banho, tomamos café os três juntos, conversamos descontraidamente e voltamos à sala. O Sr. Osasco parecia não querer perder tempo naquela ocasião, já que havia alguém ali para realizar a fantasia deles, então que transássemos até não aguentássemos mais.

Ele mais uma vez tomou a iniciativa de pegá-la aos beijos e depois a ofereceu para mim. Eu e a Sra. Osasco nos pegamos deliciosamente e ele ali olhando. Eu estava louco para fazer um anal com ela, mas fui discreto, deixei que ela se sentisse a vontade para isso. Arrancamos as roupas, fomos para o colchão, ela veio por cima montou, ainda tentei sugerir penetrar aquele cuzinho e relaxá-lo para depois fazermos uma deliciosa dp, mas ela não perdeu tempo, montou na minha vara, a enterrou de uma só vez, deu um suspiro de tesão e começou a cavalgar com vontade, como se não fodesse há anos, fodeu com força, vigor, vontade, tesão, socava o mais fundo que podia, parecia que era uma das últimas fodas da sua vida. Ao olhar nos olhos dela e sentir a vontade e intensidade com que ela fodia, meu pau ficava cada vez mais duro e pulsante, por várias vezes tive que me segurar para não gozar. Logo ele veio, mais uma vez solidário oferecendo sua vara para ela mamar. Ela pegou e colocou tudo na boca e continuou sentindo minha vara a preenchendo por completo socando sua buceta com força e intensidade. Ela fodeu com vontade, até que a senti com muito tesão e gozando intensamente, deixando meu pau completamente encharcado com seu gozo.

Descansamos após esse primeiro round matinal e seguimos, era uma transa e um bom papo para descansar e começar outra, uma transa e um bom papo para descansar até começar outra.

O tempo foi passando e o Sr. Osasco foi pegar alguma coisa para beliscarmos e quando voltou ela mais uma vez estava com minha vara toda em sua boca mamando intensamente. Ela abocanhou com vontade, sugava de todas as formas que podia, eu sentia sua língua, seus lábios dominando completamente meu pau. O Sr. Osasco não resistiu de tesão, foi por trás dela e socou sua vara na bucetinha dela. Ficamos os três ali, ela mamava e me olhava com cara de safadeza e plena satisfação, meu tesão era incontrolável. Ele socava na bucetinha dela, parecia não acreditar que poderia algum dia ver sua esposa mamando uma vara, grande, grossa, dura, quente, pulsante de outro macho, ali, na sua frente. Eu, para aumentar o tesão de todos fazia ela engolir minha vara por completo e falava para ele fodê-la cada vez mais fundo. O tesão foi aumentando e o Sr. Osasco não resistiu gozou na bucetinha da sua amada. Ela gozou junto com ele, mas sem desgrudar do meu pau. Fiquei por mais algum tempo fodendo aquela boca deliciosa até que o tesão foi aumentando e eu perguntei a ela onde ela queria sentir o meu gozo, minha porra. Ela ofereceu os seus seios e quando ele veio foi todinho derramado neles. Passei minha vara naquela porra para espalhá-la pelos seus seios, nessa hora percebi que se ela não gozou mais uma vez, chegou perto. O Sr. Osasco, ao ver minha porra nos seios dela, ficou em estado de graça, o tesão era tanto que gozei e continuei de pau duro, por mim eu ainda foderia a bucetinha dela e o cuzinho logo em seguida e ficaria ali a tarde toda.

Já era início de tarde e eles iriam receber uma visita, tenho certeza que se não fosse por isso teríamos ficando ali fodendo, dando prazer uns aos outros até a noite, bom não havendo essa possibilidade eu fui embora.

No dia seguinte fiz contato com o Sr. Osasco para saber se eles tinham gostado da experiência, etc. Segundo ele, foi joia, eles se sentiram muito tranquilos, a vontade, seguros, fizeram tudo o que queriam, pena que na hora da DP ela não relaxou o suficiente e para quem, há muito, só estava fantasiando, foi melhor do que eles esperavam. Ele disse que ela adorou tudo, a grossura da minha vara e o tamanho. A princípio assustaram, mas depois que ela sentiu ela todinha em sua bucetinha, ficou encantada. Quando perguntei se ela tinha se surpreendido com ele mamando, ele disse que ela ficou cheia de tesão e a cada vez que ele colocava minha vara em sua boca ela quase gozava, que tinha adorado ver ele tocando uma punheta pra mim e acariciar a bucetinha dela ao mesmo tempo.

Corro o risco em afirmar que depois dessa nossa experiência eles se sentiram mais confiantes, cúmplices, apaixonados, companheiros, tiveram transas maravilhosas relembrando cada um dos momentos que passamos juntos. Tenho certeza de que que ela se sente uma mulher mais completa, realizada, sabendo que o prazer com outro homem é algo que pode sim ser vivido sem pudor, sem medo, sem vergonha e etc. Ele, por sua vez, deve estar certo de que a vida é para ser vivida em intensidade, que não se deve ter vergonha de compartilhar com sua companheira suas fantasias, suas curiosidades e que se deve, acima de tudo, deixar o preconceito de lado e fazer o que tem vontade quando se tem vontade, afinal a vida é uma só e cada um a vive da maneira como acha que tem que ser vivida.

Foi uma enorme satisfação e agradável experiência ter iniciado o Casal Osasco, o tesão foi imenso, eles foram cordiais, tranquilos, seguros de si, companheiros, se divertiram cada um como havia fantasiado, sem medos, sem barreiras, sentiram tesão me encheram de tesão, gozaram e me fizeram gozar. Todas as vezes que lembro dessa transa fico de pau duro e babando, essa foi, sem dúvida alguma, uma das melhores experiências que eu tive desde que estou no mundo liberal, desde os meus vinte e poucos e é por isso que eu fiz questão de compartilhar com as pessoas no mesmo local onde nos conhecemos, ou seja, em um site de contos e aqui no meu blog.

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